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(Música: Amor de Índio - Beto Guedes)             

Essa foi uma das propostas de atividades que mais gostei. Inicialmente, pensei que seria difícil porque tinha poucas revistas à disposição. Mas foi incrível ver como em cada página surgiam imagens e palavras que conversavam comigo e se encaixavam em cada tema.

Foi interessante também perceber as características paradoxais da minha pessoa. Gostar de segurança e ao mesmo tempo gostar de aventuras. Ser uma pessoa analítica, porém, muito intuitiva e inventiva. E maturacionar a ideia de que essas polaridades não são excludentes, mas complementares. Proporcionam um equilíbrio saudável.

Além das reflexões, as lembranças, pude reviver momentos significativos. Colocando as imagens sobre viagens, fui me lembrando de cada momento e todo o caminho que percorri para chegar até essas realizações: os estudos intensos para conseguir uma bolsa do ProUni no vestibular (porque eu não tinha condições de pagar a faculdade de psicologia). Ter conseguindo e hoje ter a possibilidade de realizar alguns sonhos. Representar as pessoas que eu amo e relembrar momentos.

Foi um exercício de introspecção muito gostoso, que proporcionou reflexões sem fazer doer demais. 

23 de janeiro de 2020
 

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