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Mostrando postagens de setembro, 2020

O grande final. Final?!

Deixei essa atividade em grupo para ser postada por último porque acredito que ela reflita muito bem o que foi a nossa jornada durante o curso: de cuidado, respeito, amor, acolhimento.  Sou tão grata por tudo que vivi com a turma, com a atenção maternal da nossa coordenadora - Regina - que esteve sempre disposta em ajudar e nos orientar com tudo que podia (e às vezes até além). Sou muito agradecida à instituição também que soube compreender o meu momento financeiro difícil durante a pandemia. E sou muito grata a Deus pela melhor companheira de estágio que eu poderia ter - Régia -, minha amiga, que levarei para toda a vida!  Quantas vivências lindas. Quantas amizades fortes.  Nunca vou esquecer cada sorriso, cada lágrima, cada abraço, cada brincadeira... Não poderia ter sido mais especial!  "Outra vez o amor venceu!" A música é especial para finalizar essa etapa...  CONTINUA...

As voltas que o mundo dá...

(Música:  Deixar o Barco Ir - Dani Black ) Esse trabalho faz parte das atividades da pós, mas resolvi falar dele depois de todos os outros porque o fiz depois de ter tido a notícia de que estou com câncer no colo do útero. Demorei tanto para fazer essa proposta e talvez ela tenha ficado para ser feita na hora certa. Foi importante para mim representar o meu útero, o meu órgão.  Nunca poderia imaginar que eu passaria por isso aos 30 anos, tão jovem. A fé, a confiança em Deus e a paz de Jesus Cristo têm me ajudado a passar por essa fase com uma força que eu jamais imaginava que eu tinha. A aura de amor da minha família, do meu namorado, dos meus amigos me envolve e me ajuda a manter o sorriso.  Tantas coisas passam pela cabeça quando existe a possibilidade de ter que retirar um órgão. Para todos é tão fácil dizer "tira tudo mesmo". Sim, pela minha saúde eu tiro tudo mesmo. Mas não é simples. É uma parte de mim. É o meu corpo. É o meu útero. Mas Deus é bom e a vida vale a pe...

Mural de sonhos...

(Música:  Oriente - Gilberto Gil ) Inspirada nas colagens da professora Irvana, fiz o meu mural dos sonhos! Ele fica na parede do meu quarto e sempre me ajuda a me lembrar quem sou eu e onde quero chegar... E, acima de tudo, se grata por tudo que tenho hoje! 

A moça conseguiu tecer

A primeira de todas Um pouco mais experiente... com uma mandala em produção (Música:  Você me deu - Caetano Veloso, Zeca Veloso, Tom Veloso ) Eu sempre olhava essas mandalas de lã e nunca tinha me atrevido a tentar, por já me condenar ao fracasso de não conseguir. Eis que um dia resolvi assistir a umas vídeo aulas pelo youtube e resolvi tentar. Foi a sensação mais deliciosa! Esqueci do mundo. Fiz muitas mandalas (coloquei apenas duas aqui) e virei "a louca" das lãs.  Amo escolher as cores, os pontos. Como é relaxante. Não existe celular, não existe problemas, não existe nada que me tire do foco quando estou tecendo mandalas. Gosto muito de tecer ouvindo o disco do Caetano Veloso com os filhos (Ofertório). É o meu momento, minha arte, meu refúgio. 

Aprendiz

(Música:  Criado-Mudo - O Teatro Mágico ) Em uma das aulas usei, por acaso, o giz pastel e me apaixonei por ele. Logo quis comprar e testar.  A lágrima gélida no meio da inquietação efervescente do meu interior.  Me sinto inquieta, a ponto de explodir.  Essa gota é a lágrima que tento, mas não consigo colocar para fora. O café estrelado

Om Shanti!

(Música:  O Momento - Leo Cavalcanti ) Esses desenhos foram para retratar meu amor pelo Yoga. Na época eu estava praticando até mais do que atualmente. Os dois primeiros foram coloridos com uma paleta de maquiagem velha que eu tinha aqui em casa! Precisava fazer um teste... os desenhos ficaram brilhando! 😂

Sem açúcar, com afeto

(Música:  Café a Dois - Ana Larousse ) Em homenagem ao meu "vício". Foi o primeiro desenho que fiz quando comecei as aulas. 

Poeira das estrelas

(Música:  O Silêncio das Estrelas - Lenine ) "Meu universo em colisão O pó da lua embaçando minha visão A tentativa de integração  O infinito em perdição."  04 de agosto de 2019

Eu posso entrar que eu sou de casa...

E agora é o momento de apresentar algumas das coisas que fiz fora das aulas porque a arteterapia vai além das paredes da sala de aula e do consultório. Mexe na vida toda... e na casa!  A vontade de aprender técnicas e sobretudo de utilizar as artes para me expressar quando as palavras são insuficientes, quando o sentimento transborda. 

"Paraíso se mudou para lá"

(Música:  Vilarejo - Marisa Monte ) Aqui é o nosso vilarejo... A junção de todas as casinhas feitas pelas meninas da turma! Ficou um lugar muito acolhedor. Bem a nossa cara mesmo. Deu até dó de desfazer essa obra tão fofa. Meu coração se encheu de alegria sobretudo porque minha casinha ficou muito bem integrada com as outras. Foi gratificante ver todas trabalhando juntas. 

De pés no chão

(Música:  Cântigo Sagrado ) Esse foi o dia em que passamos por um circuito sensorial. Foi gostoso experimentar as sensações táteis nos pés. A parte mais complicada foi, no início, ficar caminhando de olhos vendados, não ter o controle de onde estar pisando, mesmo sabendo que não teria nenhum perigo ali. Mas depois foi tranquilo e me permiti vivenciar tudo da maneira mais intensa que podia. 

A criança interior (e exterior também!)

(Música:  Aquarela - Toquinho ) Desenhar na parede me lembrou os tempos de criança em que eu riscava as paredes de casa. Depois de um tempo passei a ter "a minha" parede. Hoje vejo o quanto foi importante que meus pais não tenham tolhido isso de mim. Acredito ter sido um dos pontos fundamentais para o desenvolver saudável da minha criatividade.  O balangandã foi uma das brincadeiras mais gostosas que fizemos juntas! Uma festa de cores e movimentos. Era nítido a nossa alegria naquela manhã. 

No balanço das ondas

(Música:  A Menina Dança - Novos Baianos ) A dança de olhos fechados proposto pela professora Anasha foi inebriante. Lembro-me de me sentir tão poderosa, com o corpo embalado por uma aura feminilidade. A dança é algo que, volta e meia, quando estou sozinha em casa, danço. Danço para aflorar a minha essência feminina, a deusa que mora em mim. 

História

Contar a nossa história com objetos (Música:  Amanheceu - Luiza Possi e De Maria ) Pensei que seria impossível contar minha história com apenas 5 objetos! Mas foi suficiente... A gente vai aprendendo a ser cada vez mais criativas durante as aulas! E conhecer a história da Flávia foi muito legal também... "ela queria tanto se casar, que não teve apenas 1 casamento, mas 3 casamentos" 😂

Mergulho

(Música:  Felicidade - Marcelo Jeneci ) O que dizer dessas vivências propostas pela professora Amara? Sensacionais! A sensação dos movimentos ganhando o corpo ou vice e versa. Experimentar o caminhar de diversas formas para aguçar a percepção corporal.  Mas o ápice foi a vivencia de se lambuzar com a tinta de olhos vendados... Ah! Que deleite! A vontade de mergulhar ali. É a sensação de se sentir derramando na folha. Amo fazer isso! E já fiz com alguns clientes também e foi sempre muito forte e terapêutico para eles. 

Especialmente criativa!

  Trabalho para representar o que entendemos por criatividade (Música:  Especialmente Criativa - Bruna Caram ) Esse foi o dia em que fizemos representações sobre o que representa criatividade para nós. Nosso grupo (eu, Régia e Simone) fomos agraciadas com a colagem. Nesse dia eu me apaixonei por essa técnica! Simplesmente amo fazer colagens e já usei várias vezes com meus clientes! 

Inconsciente coletivo

Painel de toda a turma com tinta guache (Prof. Leila) (Música:  Coisas Dentro das Coisas - 5 a Seco ) Não resgatei uma foto do painel para postar aqui (depois prometo que coloco). Mas em todo caso, esse foi o primeiro trabalho que fiz em conjunto com a turma (foi o meu primeiro dia de aula). Foi uma experiência muito deliciosa... O "inconsciente coletivo" também trabalha em favor do belo. O painel ficou rico, a identidade da turma. Poderíamos fazer de novo! 

Algumas têm cara de adolescente mesmo!

Painel sobre adolescência (Música:  Libertar - Sandy e Junior ) (uma música que marcou minha adolescência. Na verdade, ainda me toca muito... pretendo tatuar um trecho dela, inclusive). O que foi mais divertido nesse trabalho é que pude conhecer mais perto algumas pessoas com quem eu ainda não tinha muita intimidade. Vi o quanto a Raíssa é engraçada! 😂 Como as meninas são super criativas! Foi incrível... Parecia que a gente tinha uma sinergia tão boa, uma sintonia! Tudo casou tão bem e fizemos um painel super alegre! Nossas caras denunciam bem o quanto foi bacana!! 

A melhor turma de todos os tempos da última semana... e todas as outras!

Agora vou apresentar alguns dos trabalhos que tive a oportunidade de fazer junto com essa turma de pessoas queridas e acolhedoras...  Antes de começar, para brindar a benção de ter convivido e compartilhado com essa turma que eu amo, uma música sobre amizade! 

A roda da esperança

Mandala de sentimento sobre a pandemia (Música:  Tempo Perdido - Legião Urbana ) Um laranja e vermelho rodando... a raiva por toda essa situação. O preto representam grades, espinhos, o sufoco. O amarelo, a esperança... A por sorte a esperança abraça todo o resto.  

Má impressão

Xilogravura (Música:  Lenine - Undo ) Essa foi, até hoje, a aula que eu menos gostei, embora tenha tido aprendizados. Senti que a professora ficou muito focada na técnica da xilogravura, como se estivesse dando aula para pessoas que estivessem fazendo curso especificamente para isso. Eu não quero ser profissional em xilogravura, quero compreender o uso disso na arteterapia e como posso utilizar isso com os meus clientes. Enfim, isso me incomodou.  Sobre a prática em si, tive momentos muito frustrantes. A começar pelos materiais disponibilizados. Foi muito legal ver a tinta profissional usada, os materiais que ela usa. Mas pra mim, que nunca tinha tido contato com a técnica, foi extremamente difícil fazer o desenho numa madeira. Ainda mais ouvindo a professora a cada minuto pedindo pra ter cuidado porque é muito fácil se machucar com os instrumentos. Levasse algo mais fácil, ora pois! Com muito custo e suor, consegui fazer o desenho na madeira.  Na hora de fazer a impressã...

Asfixia

 (Música:  Ela, ele e eu - 5 a seco ) Sinto uma sensação de sufoco, de precisar de espaço. Uma vontade de sair correndo. Essa pandemia tem sido difícil. O não sair por não querer é tudo bem, mas o não poder é terrível. Me sinto presa. Quero poder andar por aí sem problemas, ir aos museus, sentar no grama do parque, respirar sem máscaras. Respirar fundo! Quero poder encontrar os amigos, sair com a família, sair com meu namorado, sair sozinha. Preciso que a vida volte ao normal. Não consigo aceitar esse expressão de "novo normal"... Essa expressão me dá muita raiva. Eu quero que a vida volte ao normal. Que seja melhor ainda do que era antes. 

A moça que não teceu

(Música:  É de lágrima - Los Hermanos )  Escrito alguns dias depois da proposta:  A prática da "Moça Tecelã" foi a mais difícil de todas as propostas. Eu estava muito abalada por questões pessoais, um luto dolorido e não consegui tecer nada na juta. Na hora pensei em realmente só ficar deitada e nem tentar, mas tentei e nada saiu. Pensei em fazer novamente dia desses, mas não me senti confortável ainda. Por outro lado acredito que manter o trabalho da forma como saiu no dia é importante para que eu veja e sinta que estou melhor. Sem falar que fez parte da minha vida! É um dia que fez parte da minha vida e tudo bem mantê-lo assim, incompleto. Era o que eu sentia no momento. Quem sabe, quando me sentir à vontade, pego outro pedaço de juta e tento de novo... Retratar novos sentimentos. Quem sabe fazer o sol que eu pensei em ter feito naquele dia. Como eu poderia me exigir de fazer um sol, se o dia era de total tempestade dentro de mim?  Respeito ao meu (mau) tempo......

Antes na argila que na cara de alguém!

 (Música:  Paciência - Lenine ) Esse foi o dia em que experimentei formas de manuseio da argila para expressar a raiva! E foi muito bom. Furar, beliscar, socar, bater no chão... Foi bom colocar pra fora a energia guardada e sobretudo a raiva que eu estava sentindo por uma determinada pessoa. Imaginei a cara dela e descarreguei tudo que precisava! Melhor do que fazer literalmente na cara dela. 😂 Para ser bem sincera, no dia não escrevemos (eu não escrevi, pelo menos) sobre a produção que fizemos. Lembro que escutávamos a música "Paciência" interpretada por uma mulher. Lembro de ter feito esse vaso e nele tinham umas formas que pareciam ondas. Lembro de ter dito algo do tipo que eu estava oferecendo os meus sentimentos às pessoas que eu amo. 

A(o) mar...

                                                                         (Música:  Meu jardim - Vander Lee ) Tem concha no mar, na areia da praia... Amo caçar conchas na areia. Amo o mar. amo, mas tenho medo. Ele é paz, mas é forte, é intenso. Me abraça e pode me afogar. Eu preciso ter cuidado. Não entro além do limite. E será que esse limite é mesmo do perigo ou só do meu medo imenso?  Sempre sonho com o mar. Nos sonhos eu corro, doida pra desbravar, porém sempre volto arredia. Sempre fujo. Sempre fujo das emoções.  As águas que representam as emoções. E sempre me vejo tentando represar esse mar. Que dificuldade de jogar tudo pra fora. Eu só aprendi a racionalizar. Às vezes tudo que eu mais queria era surtar, gritar no meio da rua. Pirar de vez só um instante. Por isso algumas vezes digo q...

Azul da cor do mar

(Música:  Todo azul do mar ) Não escrevi nada sobre esse desenho na época, mas sempre o pego na minha pasta para dar uma olhadinha porque gosto demais dele. A proposta era de molhar bastante a folha com água e pintar com tinta guache. Eu sentir de usar as cores azuis. Iniciei com a cor mais clara embaixo e fiz um degradê até chegar no tom mais escuro de cima. Eu sinto uma sensação tão gostosa ao olhar essa pintura. Ela é muito simples, mas eu sentia como se o mar interior fosse passado para o papel enquanto pincelava.  Eu sinto muita paz quando vejo esse desenho. As cores dele me fazem bem. E fazem lembrar também da minha relação com o mar. O fascínio e o medo que são concomitantes. Amo o som do mar, amo o cheiro, amo olhar para ele, mas não me atrevo a entrar nele com muita vontade porque ele pode me levar pra longe com suas ondas fortes. E o mar está sempre presente nos meus sonhos também. Sempre sonho com o mar. Com água no geral, seja rio, chuva forte. A água está sempre p...

Penso, logo sinto!

(Música:  Simples Assim - Lenine ) Pensamento (lápis de cor):  Sinto que tenho mais controle do material. É confortável. Fiz formas abstratas, mas parecem "concretas", densas.  Sensação (temperos) Lindo e cheiroso! Me traz o contato com a natureza. Senti dificuldade de preencher todos os espaços brancos. A falta de controle dos elementos foi angustiante no início, mas muito gostoso de usar depois do primeiro impacto.  Intuição (vela)  O mais fluido e agradável, apesar do total descontrole dos elementos. A função que mais invadiu as outras, a que menos se mostra linear. Gostei muito da experiência nova de trabalhar com a vela derretida. A intuição foi maravilhosa de ser feita... Acho que deveria ouvi-la mais!  Sentimento (guache na água)  Eu fique frustrada porque a tinta não se diluiu do jeito que eu gostaria, mesmo eu tendo colocado muita água. Mesmo com a água, o desenho ficou contido.   

História abstrata

A representação da história do patinho feio   Não imaginava em como representar a história do patinho feio em um desenho. Me deixei fazer o movimento que vinha enquanto segurava o pincel e a escolher as cores que me faziam sentir algo no momento. Gostei do resultado final. Gosto principalmente de saber que eu me desprendo de qualquer senso estético ou "vontade de fazer bonito" e o resultado fica tão agradável para mim. O corpo é inteligente, faz exatamente o que precisa ser feito! 

A força e a fraqueza

Fraqueza/Força (Música:  Olhos Meus - Sandy e Gilberto Gil ) Essa foi mais um dos trabalhos em que percebi muito claramente a necessidade de controle, segmentação, necessidade de manter tudo separado, "organizado". E foi interessante perceber que essas características são minha fraqueza e minha força, ao mesmo tempo. O paradoxo do existir é algo fascinante! Sobre minha fraqueza:  Necessidade de controlar tudo. Desconfiar que as pessoas podem ser melhores do que eu na execução de vários trabalho, que também podem trabalhar bem. Não que sejam incompetentes, mas preciso verificar se tem algum erro. Não é que eu me ache melhor, apenas mais detalhista. E isso é horrível. Acabo de sobrecarregando desnecessariamente e as pessoas podem fazer as coisas bem melhor do que eu.  Sobre minha força: A força de execução. De querer algo e correr atrás, ser proativa, fazer o que tem que ser feito. Gosto da minha obstinação e determinação. 

A força

Meditação guiada/visualização de um animal (Prof. Anasha) (Música:  Mulher do Fim do Mundo - Elza Soares ) É estranho pensar em cervo. Conscientemente eu pensaria em um pássaro, talvez. Mas na visualização veio esse cervo, envolto em uma áurea dourada.  A professora comentou que o animal visualizado representa a nossa força.  Significado do cervo:  " O cervo está associado à renovação cíclica e aos renascimentos do Universo, do Sol ou do Homem. O cervo é também aquele que conduz para a luz divina e, por essa razão, um revelador e um mediador entre o Céu e a Terra. A  simbologia do cervo está presente tanto nas representações cristãs como nas tradições muçulmanas, orientais e do Novo Mundo. As suas hastes são muitas vezes associadas à Árvore da Vida, como é o caso entre os índios americanos, cujas danças e crenças representam essa relação milenar. A pele deste animal é sagrada em muitas destas culturas e utilizada para representar as divindades, nomeadamente o de...

Todas as cores, estações e emoções

(Música:  Trem das Cores - Caetano Veloso e Moreno Veloso) Pinceladas com cores preferidas Minha cor preferida, definitivamente, é o amarelo. É uma cor feliz, alegre, energética. Mas confesso que foi difícil escolher um número "X" de cores que mais gosto para fazer essa produção. Eu queria colocar quase todas! Mas, curiosamente, achei que as pinceladas com cores que não gosto ficaram mais harmônicas do que essas, com as cores que gosto. Isso me fez pensar sobre ver beleza em coisas que parecem não ser tão bonitas assim.  O ato de pincelar é muito bom. Sinto como se uma carga de energia e inquietação saísse a cada movimento com o pincela. Faz sentido para mim, pois, essa pintura parece "bagunçada". É como se minha agitação interior tivesse passado para o papel... Na verdade foi isso mesmo que aconteceu.  Pinceladas com cores que menos gosto As produções sempre me surpreendem. Achei que a pintura ficaria feia e desagradável porque não gosto muito dessas cores sozinhas...