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No balanço das ondas




(Música: A Menina Dança - Novos Baianos)

A dança de olhos fechados proposto pela professora Anasha foi inebriante. Lembro-me de me sentir tão poderosa, com o corpo embalado por uma aura feminilidade. A dança é algo que, volta e meia, quando estou sozinha em casa, danço. Danço para aflorar a minha essência feminina, a deusa que mora em mim. 

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História

Contar a nossa história com objetos (Música:  Amanheceu - Luiza Possi e De Maria ) Pensei que seria impossível contar minha história com apenas 5 objetos! Mas foi suficiente... A gente vai aprendendo a ser cada vez mais criativas durante as aulas! E conhecer a história da Flávia foi muito legal também... "ela queria tanto se casar, que não teve apenas 1 casamento, mas 3 casamentos" 😂

Antes na argila que na cara de alguém!

 (Música:  Paciência - Lenine ) Esse foi o dia em que experimentei formas de manuseio da argila para expressar a raiva! E foi muito bom. Furar, beliscar, socar, bater no chão... Foi bom colocar pra fora a energia guardada e sobretudo a raiva que eu estava sentindo por uma determinada pessoa. Imaginei a cara dela e descarreguei tudo que precisava! Melhor do que fazer literalmente na cara dela. 😂 Para ser bem sincera, no dia não escrevemos (eu não escrevi, pelo menos) sobre a produção que fizemos. Lembro que escutávamos a música "Paciência" interpretada por uma mulher. Lembro de ter feito esse vaso e nele tinham umas formas que pareciam ondas. Lembro de ter dito algo do tipo que eu estava oferecendo os meus sentimentos às pessoas que eu amo. 

A(o) mar...

                                                                         (Música:  Meu jardim - Vander Lee ) Tem concha no mar, na areia da praia... Amo caçar conchas na areia. Amo o mar. amo, mas tenho medo. Ele é paz, mas é forte, é intenso. Me abraça e pode me afogar. Eu preciso ter cuidado. Não entro além do limite. E será que esse limite é mesmo do perigo ou só do meu medo imenso?  Sempre sonho com o mar. Nos sonhos eu corro, doida pra desbravar, porém sempre volto arredia. Sempre fujo. Sempre fujo das emoções.  As águas que representam as emoções. E sempre me vejo tentando represar esse mar. Que dificuldade de jogar tudo pra fora. Eu só aprendi a racionalizar. Às vezes tudo que eu mais queria era surtar, gritar no meio da rua. Pirar de vez só um instante. Por isso algumas vezes digo q...